Filmes · Juliana Zanezi · Maristela Aiko

Mulher-Maravilha: Quando a indústria cultural descobre as mulheres poderosas, por Juliana Zanezi e Maristela Aiko

Ultimamente temos visto inúmeras publicações, críticas e resenhas extremamente positivas e felizes sobre o filme da maior heroína de todos os tempos, Mulher Maravilha. O filme – sucesso absoluto de bilheterias – conta com um elenco com certa experiência em blockbusters, efeitos visuais deslumbrantes, sequências empolgantes e uma fotografia belíssima, com grande variação na paleta de cores, o que torna a cinematografia bela. Claramente, o que chama atenção neste filme é justamente ser o primeiro grande* do segmento a ser solo de uma heroína: os filmes com protagonismo exclusivamente masculinos são majoritários e, mesmo com “side-kicks” e companheiras fortes, os moços tem o centro do holofote. Então agora teremos uma protagonista feminina empoderada? Calma lá, não foi bem assim. Explicaremos.

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Filmes

Janela Indiscreta: uma crítica iluminista

Um dos meus filmes favoritos de Alfred Hitchcock (1899 – 1980) é Janela Indiscreta (ou Rear Window) no original em inglês. Às vezes eu assisto, reassisto, e fico me perguntando uma coisa: seria esse um filme crítico ao método científico? Ou, ao contrário, um elogio ao pensamento dogmático? Ou, então, uma crítica tácita à “filosofia artificial”, como diria Husserl?

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