Ensaios · Geral

O não-reflexo do vampiro: ser vampiro é utopia ou maldição?

Esta é a segunda parte de um “texto-maior” que contém três partes: uma introdução (onde será postado o texto integralmente também, que você pode acessar clicando aqui), um primeiro ensaio filosófico metafísico e um segundo ensaio, estudando alguns casos que podem nos levar a um “percurso do vampiro” na filosofia pop pós-anos 80.

Neste ensaio, trarei algumas reflexões sobre a lenda do vampiro enquanto tal: um ensaio de tópicos mitológicos e suas possibilidades de análise filosóficas. Trarei exemplos de vampiros da cultura pop, e vampiros da cultura tradicional e do folclore, conforme forem se encaixando nos exemplos. Já refuto a primeiro objeção: este não é um estudo de caso, e sim um ensaio sobre o Vampiro como algo transcendental ao homem. Estou sendo junguiano e admito.

Continue lendo “O não-reflexo do vampiro: ser vampiro é utopia ou maldição?”

Anúncios
Filmes

Mulan: sobre entender o presente e encarar o futuro

O filme Mulan, de 1998, é um dos mais aclamados da produtora. É o 36º filme de animação da Disney, dirigido por Tony Bancroft Barry Cook. O enredo ocorre durante a dinastia Han (206 a. C. – 220 d. C.), onde a personagem principal (e uma princesa que se constroi como tal) finge ser um homem para ocupar o lugar de seu pai durante um recrutamento geral para combater uma invasão mongol.

Mas, para além, Mulan trata-se de um filme sobre destinos: um destino oracular, um destino social – e como a sua história, como característica do “Renascimento da Disney” dos anos 90, subverte a estrutura de narrativas clássicas, mas mantém seu desfecho.

Continue lendo “Mulan: sobre entender o presente e encarar o futuro”