Filmes · Juliana Zanezi · Músicas · Resenha Pop

Em Ritmo de Fuga (2017): Edgar Wright ganha o grande público!

Baby Driver (Em Ritmo de Fuga, no Brasil) foi uma pequena surpresa agradável, trazendo uma mistura de comédia, drama, romance e ação. Alguns elementos em justa medida, outros nem tanto, mas Wright consegue apresentar um espetáculo visual e musical divertido e cativante, com um elenco de peso e carisma indiscutível. Eu sinceramente fiquei louca de vontade de ver o filme assim que saiu o trailer sensacional. Kevin Spacey foi um grande atrativo, falo a verdade. Jamie Foxx? Igualmente. Mas sabe aquela expressão “expectativa que mata”? Então, é complicado. O filme não chega a ser decepcionante, mas sim, eu esperava um pouco mais de alguns pontos.  No geral, é adoravelmente divertido e cativante. Sendo o único filme desse ano que estreou no Brasil com 100-99% no Rotten Tomatoes, digamos que criei algumas expectativas e nem todas foram atendidas. Vamos á analise?

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Filmes · Juliana Zanezi · Maristela Aiko

Mulher-Maravilha: Quando a indústria cultural descobre as mulheres poderosas, por Juliana Zanezi e Maristela Aiko

Ultimamente temos visto inúmeras publicações, críticas e resenhas extremamente positivas e felizes sobre o filme da maior heroína de todos os tempos, Mulher Maravilha. O filme – sucesso absoluto de bilheterias – conta com um elenco com certa experiência em blockbusters, efeitos visuais deslumbrantes, sequências empolgantes e uma fotografia belíssima, com grande variação na paleta de cores, o que torna a cinematografia bela. Claramente, o que chama atenção neste filme é justamente ser o primeiro grande* do segmento a ser solo de uma heroína: os filmes com protagonismo exclusivamente masculinos são majoritários e, mesmo com “side-kicks” e companheiras fortes, os moços tem o centro do holofote. Então agora teremos uma protagonista feminina empoderada? Calma lá, não foi bem assim. Explicaremos.

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