Filmes · Juliana Zanezi · Músicas · Resenha Pop

Em Ritmo de Fuga (2017): Edgar Wright ganha o grande público!

Baby Driver (Em Ritmo de Fuga, no Brasil) foi uma pequena surpresa agradável, trazendo uma mistura de comédia, drama, romance e ação. Alguns elementos em justa medida, outros nem tanto, mas Wright consegue apresentar um espetáculo visual e musical divertido e cativante, com um elenco de peso e carisma indiscutível. Eu sinceramente fiquei louca de vontade de ver o filme assim que saiu o trailer sensacional. Kevin Spacey foi um grande atrativo, falo a verdade. Jamie Foxx? Igualmente. Mas sabe aquela expressão “expectativa que mata”? Então, é complicado. O filme não chega a ser decepcionante, mas sim, eu esperava um pouco mais de alguns pontos.  No geral, é adoravelmente divertido e cativante. Sendo o único filme desse ano que estreou no Brasil com 100-99% no Rotten Tomatoes, digamos que criei algumas expectativas e nem todas foram atendidas. Vamos á analise?

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Filmes · Juliana Zanezi · Resenha Pop

Homem-Aranha: Homecoming: a nova face do Aranha inserido no UCM, por Juliana Zanezi

O Cabeça de Teia nunca foi tão legal nas telas de cinema. Realmente, dessa vez não tem como negar que Spidey ganhou uma cara nova completamente diferente de seus anteriores. Homecoming em si é divertidíssimo, interessante e lotado de referências à cultura pop: este é o Peter mais jovem já escalado (o que foi alvo de grandes desconfianças dos mais críticos) – e não decepcionou. Com apenas 15 anos, ele é jovem, tímido e com problemas mundanos adolescentes. E isso foi genial: deu pra sentir um Peter palpável, que sofre bullying, que tem um “crush”. Ok, mas antes a gente já tinha tudo isso, né? É… Mais ou menos. O que sempre faltou a Tobey Maguire foi carisma, o bom humor, o frescor jovem e a presença em tela. Já para Andrew Garfield, faltava sal, faltava açúcar… Faltava tudo! Era um menino sem graça.

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Filmes · Juliana Zanezi · Maristela Aiko

Mulher-Maravilha: Quando a indústria cultural descobre as mulheres poderosas, por Juliana Zanezi e Maristela Aiko

Ultimamente temos visto inúmeras publicações, críticas e resenhas extremamente positivas e felizes sobre o filme da maior heroína de todos os tempos, Mulher Maravilha. O filme – sucesso absoluto de bilheterias – conta com um elenco com certa experiência em blockbusters, efeitos visuais deslumbrantes, sequências empolgantes e uma fotografia belíssima, com grande variação na paleta de cores, o que torna a cinematografia bela. Claramente, o que chama atenção neste filme é justamente ser o primeiro grande* do segmento a ser solo de uma heroína: os filmes com protagonismo exclusivamente masculinos são majoritários e, mesmo com “side-kicks” e companheiras fortes, os moços tem o centro do holofote. Então agora teremos uma protagonista feminina empoderada? Calma lá, não foi bem assim. Explicaremos.

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Filmes · Juliana Zanezi · Resenha Pop

War Machine (2017), por Juliana Zanezi

Olá, pessoal! Um pequeno aviso antes de você abrir a página: estreio aqui duas coisas que eu queria fazer há um tempo. Primeiro: a seção de resenhas do site, chamada Resenha Pop! Não vai ter periodicidade nenhuma, vai ser de um jeito bem livre e eu vou fazer do jeito que eu quiser. E, por isso mesmo, temos aqui a primeira colaboração do site, da minha grande amiga, companheira e colega de faculdade: Juliana Zanezi!

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